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EFCA-ESTRADA DE FERRO CAMINHO DAS ÁGUAS Ipatinga/MG
Quem sabe do caminho das formigas são as formigas que o constroem. Quem sabe das rotas dos pássaros, dos insetos e das abelhas são os que seguem as suas trilhas, feitos e rotinas. Quem sabe dos caminhos de ferro são os que neles trabalham, constroem, desenvolvem, colocam-no para a fruição, divulgam e convivem.
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A FERROVIA É UM ORGANISMO QUE SE REALIZA NOS TRÊS PILARES DE SUA PROPOSITURA E EXISTÊNCIA:
1- Tem que manter-se a si mesma, usando recursos disponíveis, legais e éticos, tendo o profissionalismo como meta;
2- Gera empregos e ocupações. Promove o desenvolvimento social e cultural onde se instala;
3- Gira a economia, transporta, distribui, escoa as riquezas e conhecimentos gerados no seu entorno e caminhos, interagindo com outros organismos.
A FERROVIA
4- Não é só um museu;
5- Não é só um mero passeio casual de trenzinho “Maria Fumaça”;
6- Não é uma curiosidade do “ontem”, mas uma escola para o “hoje”. É uma ferramenta do alto negócio chamado turismo;
7- É um organismo vivo, real, que comporta o desbravamento e o desenvolvimento no seu conceito. Foi e é uma disseminadora do progresso, distribuição de renda, educação, cultura, modo e meio de vida;
8- Como organismo vivo tem que se adaptar e se desdobrar nos seus caminhos, dentro e fora de seus trilhos. Eis o desafio e o celeiro de oportunidades;
9- A ferrovia deve, dentro de uma roupagem de época e ritos, ser atual nas suas ações e fomentar, com seu exemplo, a pesquisa do trato social;
10- A ferrovia deve visualizar o seu entorno social e material, planejando suas ações de modo a modificá-los, trazendo-os para o seu convívio e desfrute;
11- A ferrovia é o palco da convivência.

Attilio Carattiero – Associado ABPF

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